Venha Conhecer e se Apaixonar por Cananéia!

Cananéia está localizada a pouco mais de 200 km da capital de São Paulo e é conhecida como um dos maiores berçários de vida marinha do planeta.

Cercado de belezas naturais, é um dos poucos locais na Região Sudeste onde é possível avistar os botos-cinza, também conhecidos como golfinhos, o que faz o roteiro ser ainda mais especial.

A cidade se destaca não só por suas belezas naturais, mas também por ser patrimônio histórico-cultural. A área do Município foi Tombada pela Unesco como patrimônio natural da humanidade e apontado pela revista americana “Condé Nast Traveler” como o melhor roteiro ecológico do mundo.

O município é formado por diversas ilhas, uma das mais famosas é a ilha do Cardoso com visual paradisíaco e em nada perde para as lindas praias do Caribe. Oferece para visitação também as ilhas do Bom Abrigo, Filhote, Cambriú, Castilho, Figueira, Casca e Pai do Mato. O melhor mirante das ilhas é o Morro São João.

O local oferece ainda opções de turismo ecológico através de caminhadas, banhos de cachoeiras e vários passeios que podem ser feitos a pé, ou ainda de barco, para conhecer todas as ilhas.

Parece o Caribe, mas acredite, areia branca e águas cristalinas está a duas horas de SP! Visite você também e se encante!

Confira mais informações: https://www.youtube.com/watchv=9TxW7CdCFwE&feature=youtu.be

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Praia Cheia de Itanhaém

A Imagem da Semana de hoje foi tirada no mês de janeiro do ano de 1996, na unidade de Itanhaém. Na foto, os associados estão no calçadão da praia tendo aula de ritmos tropicais, embalados pelo som do Grupo Funk e Reggae Brasil.

As férias na unidade praiana são sempre animadas e movimentadas. No verão, é repleto de atividades para todas as idades!

Clic!

Romildo Gouveia Pinto

Clic: a menina loura, cabelo escorrido, dentinhos tortos, narizinho arrebitado. Um bom flagrante este, ela espantada com o barulho do mar – ou com o branco da espuma? O slide ficaria perfeito, naturalmente. O mais era voltar à praia no próximo domingo e torcer para que os pais da menina estivessem de volta. Um slide a mais, vendido, um dinheiro a mais para garantir o leite de sua menina, tão linda e tão terna quanto os olhos azuis daquela outra, a da praia.

Anos de profissão ensinaram-lhe muitas coisas: a reconhecer as famílias que nunca deixaram de comprar suas fotografias; a fixar a fisionomia das pessoas. No início, atarantava-se e quantas fotos não foram para no lixo: não sabia quem entregar. Bastava que a criança não estivesse na praia não sabia identificar seus pais ou acompanhantes. Hoje, isso não ocorria mais: gravava seus rostos com a mesma precisão com que a Olympus grava os slides

A bola vermelha faria um belo efeito ao combinar com o calçãozinho azul daquele menino de cinco anos que agora na mira. A alegria, agora, seria a alegria que estamparia em seu slide. Da menina fora o susto, o espanto. Do menino, a cara de inocente alegria segurando a bola entre as mãos.

Primeiro alguém ensinou, talvez brincando, o que um segundo depois virou certeza, transformou-se em alarme: um homem estava fotografando crianças na praia, deveria ser um sequestrador. O primeiro a empurrá-lo foi o pai do menino, um jobem de trinta anos que jogava futebol. A que gritou deveria ser a mão da criança, pois segurava-a, apavorada. Atraídos pelos gritos ou pela cega solidariedade, dezenas de pessoas começaram a se aproximar, enquanto o vendedor de picolés já não apregoava refrescos.

– Tem um sequestrador na praia!

Não adiantou correr, no desespero, isso atiçou o ódio, passou atestado de culpo. Seus pés também espantados, escondiam-se na areia quente, enquanto seus braços – embora transformados em des – eram poucos para evitar os golpes. Outros pais já o esmurravam, sua máquina já não lhe pertencia.

E logo dois cassetetes dos policiais da ronda se uniam, com a mesma fúria, aos pais ameaçados pelo terrível sequestrador da praia de Boa Viagem, que, muito justamente, foi linchado pelos bancários, comerciantes, dentistas, advogados, médicos, sorveteiros, atletas, desocupados, policiais e aflitas e desesperadas mães que – também muito justamente – estavam na praia buscando esquecer suas monótonas tarefas do cotidiano.

Enquanto perto dali, num barraco em Brasília Teimosa, uma pérola negra de branco sorriso, livre dos terríveis sequestradores de praia, esperava a volta de seu pai, fotógrafo da areia, com uma caixinha de sorvete, presenta dominical. Lá em Boa Viagem o fotógrafo do Diário de Pernambuco, a muito custo – abrindo caminho em meio à pequena multidão -, conseguiu chegar perto do negro cadáver do “Monstro de Boa Viagem” para cumprir sua tarefa: clic.

Bacia hidrográfica do rio Itanhaém

Itanhaém, a segunda cidade mais antiga do Brasil, possui a segunda maior bacia hidrográfica do Estado de São Paulo. Com 180km de água navegais, é um ponto de ecoturismo para moradores da região e turistas. A bacia é composta pelo encontro dos rios Itanhaém, Rio Branco e Rio Preto, Rio Aguapeú e Mambu e tem o apelido de Amazonas paulista.

Para levar os visitantes, há embarcações que partem todos os dias do píer que se localiza na praia do Sonho, uma das mais famosas praias da região. O serviço é prestado por uma empresa pelo valor de R$ 15,00 por pessoa. É possível fazer o passeio em dois horários; 9h30 e 15h30.

O trajeto começa no Rio Itanhaém e segue até o encontro dos rios Preto e Branco. Depois, a embarcação parte para a ilha do Rio Acima, a maior do litoral paulista. O passeio se encerra no Country Club, onde é possível experimentar pratos de comidas típicas da região e fazer um passeio de caiaque (pago à parte).

Esta é mais uma boa dica para quem tem o costume de ir a Itanhaém, mas nunca fez esse divertido roteiro fluvial.

Fotografia no Satélite

Na Imagem da semana de segunda-feira, falamos sobre o lindíssimo pôr do sol de Itanhaém. Entrando no clima, nossa associada Ana Paula Amaral, que esteve hospedada na sede praiana recentemente, enviou-nos pelo facebook mais um momento em que o sol se punha.

Sol de Itanhaém

Tanto o nascer do sol, quanto o pôr do sol em Itanhaém é sempre um espetáculo a parte. Representam a beleza e os encantos que a cidade possui. Na unidade praiana do Satélite, os visitantes têm uma visão privilegiada, vista diretamente da praia que dá acesso ao clube.