Promoção Saraiva Dia das Mulheres

Para comemorar o Dia Internacional das Mulheres, a Saraiva está com uma promoção muito especial! Todas as mulheres terão 50% de desconto em livros e produtos da papelaria, tanto no site, quanto em lojas físicas. São mais de 200.000 produtos

Como funciona?

No site: se cadastre no site ou atualize seu cadastro até o dia 07 de março. Ao longo do dia 08 de março, todas as mulheres cadastradas receberão o cupom promocional pelo e-mail. Após receber, é só utilizar o cupom ao finalizar o pedido. Apenas um cupom é válido por cliente.

Na loja física: Não é necessário cupom. O desconto será concedido no caixa, na hora do pagamento.

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Mulheres

‎”Me alegrava não estar apaixonado e não estar de bem com o mundo. Gostava de me sentir estranho a tudo. As pessoas apaixonadas, em geral, se tornam impacientes, perigosas. Perdem o senso de perspectiva. Perdem o senso de humor. Ficam nervosas, tornam-se chatas, psicóticas. Podem virar assassinas.”

A obra Mulheres foi escrita pelo americano Charles Bukowski no ano de 1978. Este foi o terceiro livro do autor. É comum sentir sentimentos adversos o lendo, como raiva, choque e divertimento.

Em Mulheres, Bukowski conta as aventuras sexuais de Henry Chinaski, um escritor alcoólatra que tem o dom de conquistar belas mulheres mais jovens. Seu maior atrativo é a honestidade, ele não ilude as mulheres com falsas promessas. Após quatro anos de jejum sexual, ele decide voltar a ativa e até o final do livro se perde a conta de quantas parceiras ele se relacionou. E para ele tudo se resume a sexo.

A narrativa parece estar em um ciclo, mas, a cada mulher, a história se inova. Charles Bukowski é conhecido como “velho safado”. O livro Mulheres teria sido baseado em suas aventuras e o personagem Chinaski seria seu alter ego.

A obra é indicada somente para maiores de idade, pois contém cenas de sexo e linguagem obscena.

* Ilustração de capa de livro

A cidade do sol

“Atenção mulheres: vocês deverão permanecer em casa. Não é adequado uma mulher circular pelas ruas sem estar indo a um local determinado. Quem sair de casa deverá se fazer acompanhar de um mahram, um parente de sexo masculino. A mulher que for apanhada sozinha na rua será espancada e mandada de volta para casa”.

Depois do sucesso de críticas e vendas “O caçador de pipas”, Khaled Hosseini volta com o seu segundo livro, A cidade do sol. O livro foi lançado em 2007 e permaneceu por 21 semanas na lista do the new york times best-seller de ficção, atingindo 100 milhões de leitores.

A história tem como tema central duas mulheres afegãs que, seguindo a tradição do país, foram compradas como esposas do sapateiro Rashid. As mulheres tinham o dever de cozinhar, limpar, ter filhos e servir ao marido em todos os seus desejos com perfeição, simplesmente por serem mulheres. Quando a situação foge do controle, muitos maridos partem para a agressão, atitude socialmente aceita, já que muitos crimes, ou atos considerados crimes – como sorrir em público – são punidos com espancamentos. E nesta família não é diferente. Até que as esposas tomam uma atitude.

A maneira como o autor retrata a vida e o sofrimento das personagens Mariam e Laila faz com que o leitor sinta a dor, o sofrimento e o desespero vividos por elas. A história, mesmo sendo uma ficção, é a realidade de muitas mulheres pelo mundo inteiro e a maneira como é contada aproxima o leitor dessa realidade.