A Fantástica Fábrica de Chocolate

Recentemente, o cinema perdeu o ator Gene Wilder, que interpretou Willy Wonka na primeira edição de A Fantástica Fábrica de Chocolate e por isso vamos relembrar o sucesso que foi o filme. Gene sofria de Alzheimer.

Na história, Charlie Bucket encontra um dos valiosos bilhetes dourados que dão direito a um carregamento vitalício de chocolates Wonka e uma visita a tão misteriosa e sonhada fábrica de chocolates. Assim, Charlie e mais algumas crianças seguem para o dia tão esperado. Chegando lá, conhecem Willy Wonka, o dono da fábrica, que os leva para o tour. Mas durante o passeio, Wonka se revela uma pessoa manipuladora e as crianças acabam pagando por isso.

A primeira edição do filme foi lançada em 1971. Já em 2005, foi lançada a segunda edição do filme, que leva o mesmo nome, com direção de Tim Burton e interpretação de Johnny Depp como Willy Wonka.

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O Grito

O filme deGrito.gif terror O Grito, lançado em 2005, é do diretor japonês Takashi Shimizu. A obra assustou muita gente e se tornou referência quando o assunto é filme de terror. Se você é fã de tomar sustos, não pode perder!

KarenDavis (Sarah Michelle Gellar) é uma estudante americana que vai para o Japão para fazer um intercâmbio cultural. Para ganhar créditos para sua formatura, Karen aceita substituir uma assistente social. O seu trabalho é cuidar oGRITOde Emma Willians (Grace Zabriskie), que tem uma letargia grave associada a demência e
por esse motivo, ela acaba dormindo o dia inteiro. Mas o que ela não sabe é que na casa habita uma maldição que faz as pessoas morrerem vítimas de uma poderosa ira. Será que Karen saberá lidar com o mal?

Além do primeiro filme, já foram lançadas as sequências O Grito 2 e O Grito 3. Antes d
a versão americana, foi lançada a versão a japonesa, que leva o nome de Ju-on, lançado em 2002, e que pertence ao mesmo diretor da versão japonesa de O chamado.

 

O Futuro da Humanidade

Augusto Cury, considerado pelo jornal Folha de São Paulo o autor brasileiro mais lido da década, presenteia-nos com seu primeiro romance, O Futuro da Humanidade. Publicado em 2005, a obra chegou para contradizer quem tachava Cury como “um simples autor de autoajuda”.

O Futuro da Humanidade conta a trajetória do irreverente Marco Polo, um estudante de medicina que adora questionar e se indigna com a insensibilidade e a falta de respeito dos professores em relação aos pacientes com transtornos psíquicos, que são marginalizados e tratados como se não tivessem identidade.

Em sua primeira aula de anatomia, indaga ao professor a história dos corpos do laboratório – quem são eles, suas trajetórias, quais foram suas dores – e diante da chacota da turma e seu mestre, resolve investigar a vida desses “indigentes”, descobrindo que um dos corpos foi entregue na universidade por um mendigo chamado Falcão, dizendo que o falecido se chamava Poeta da Vida.

Marco vai ao encontro de Falcão e vê que por debaixo da sujeira existe um homem com personalidade forte, cheio de ensinamentos, simplicidade e humildade. Acreditando na força do diálogo e da psicologia, Marco acaba causando uma verdadeira revolução nas mentes e nos corações das pessoas com quem convive.