Do Mil Ao Milhão – Thiago Nigro

Em seu primeiro livro, Thiago Nigro, criador da plataforma O Primo Rico, ensina como obter independência financeira utilizando três pilares: gastar bem, investir melhor e ganhar mais.

Ao gastar bem, é possível atingir plena consciência de sua situação financeira, além de ter o controle de todo o dinheiro que entra em sua conta-corrente. Ao investir melhor, estarão disponíveis as mesmas ferramentas dos investidores profissionais, dessa forma, viver de renda será um objetivo a ser atingido em menos tempo do que o imaginado. Ao ganhar mais, os seus ganhos se elevam e você atinge o seu primeiro milhão muito mais rapidamente.

Com sua própria experiência como investidor e assessor, além de dados, Nigro mostra de forma palpável que a riqueza não é apenas para alguns, mas sim para todos, desde que você esteja disposto a aprender e despender tempo.

Além de Do Mil Ao Milhão, o livro nacional mais vendido em 2019, com 500 mil exemplares vendidos, Thiago Nigro tem 3 milhões de inscritos em seu canal no YouTube, com 112 milhões de visualizações. No Instagram, são 3 milhões de seguidores e suas lives do desafio batem 50 mil pessoas ao vivo. E seu podcast é o novo podcast mais ouvido no Spotify em 2019.

Mulan – Disney

A animação da Disney de 1998 é baseada na lenda chinesa de Hua Mulan. Dirigido por Tony Bancroft e Barry Cook, foi o primeiro filme da Disney a retratar realmente a guerra e a ter uma heroína asiática.

A história se passa na China da Dinastia Han, quando os mongóis invadem a China, o imperador assina um decreto de que cada família deve enviar um homem para o exército imperial. Mulan fica extremamente angustiada com a ideia de ver seu pai ser convocado, pois ele está doente e já tem uma idade avançada, porém ele é o único homem da família Fa. Mesmo sabendo que poderá morrer, ele precisa ir para a guerra e manter a honra da família.

Porém, sua filha Mulan rouba sua armadura e sua espada, disfarça-se de homem e planeja se apresentar em seu lugar. Os espíritos dos ancestrais decidem que é necessário que a jovem tenha proteção e ordenam que o dragão Mushu a convença a abandonar seu plano. O dragão aceita a tarefa, porém quando conhece a jovem, percebe que não conseguirá dissuadi-la, não restando alternativa a não ser ajudá-la a cumprir sua perigosa missão de ir à guerra e voltar sã e salva.

Uma história incrível de superação que encantou a todos ao redor do mundo, e principalmente um símbolo da força feminina.

O morro dos ventos uivantes – Emily Bronte

Antes de “O morro dos ventos uivantes”, a autora Emily Bronte havia publicado apenas um volume de poemas com suas irmãs, também escritoras, Charlotte (autora de “Jane Eyre”) e Anne, em 1846.

Publicado no inverno de 1847, o livro é o único romance da escritora inglesa Emily Bronte, pois ela tinha uma saúde frágil e faleceu em 1948. Na época de sua publicação, os críticos se incomodaram com alguns elementos que o compunham, porém, hoje, são esses elementos os grandes destaques nessa leitura, que apresenta a transformação do caráter humano, só que para pior. Praticamente todos os personagens passam por sofrimentos: seja a inveja, o ciúme, a rejeição ou a morte. Quando esses sentimentos corroem as virtudes, é possível observar a vingança e a destruição.

A obra conta uma história de amor e obsessão. Faz-se necessário o destaque para os personagens principais: a obstinada e geniosa Catherine Earnshaw e seu irmão adotivo, Heathcliff. Ele é vítima de preconceito na sociedade rural inglesa e sua criação na propriedade de Wuthering Heights ocorre em meio a conflitos. Seu irmão de criação, Hindley, ao ser preterido pelo pai, humilha-o sempre que tem oportunidade, dessa forma, desperta em Heathcliff um desejo latente de vingança. Humilhado e rejeitado, ele guarda apenas rancor no coração, porém com Catherine sua relação é diferente, marcada por amor, mas também ódio. A ligação entre Heathcliff e Catherine resiste até mesmo ao casamento dela com Edgar Linton, herdeiro de Thrushcross Grange, uma propriedade vizinha.

Um romance clássico da literatura inglesa que vale a leitura!

Star Wars: Episódio IX

A “Ascensão Skywalker” estreia hoje nos cinemas. O Episódio IX encerra o terceiro ciclo da saga Star Wars e vai narrar a despedida de personagens clássicos e a luta final entre Resistência e Primeira Ordem.

No longa, o Imperador Palpatine retorna e todos voltam a ficar receosos com seu poder, logo a Resistência toma a frente da batalha que irá estabelecer os rumos da galáxia. Rey (interpretada por Daisy Ridley) treina para ser uma Jedi, porém ainda está num embate com seu passado e seu futuro e teme pelas respostas que pode conseguir ao se conectar com Kylo Ren (interpretado por Adam Driver), personagem que também está num embate pela Força.

Com direção de J.J. Abrams (“O Despertar da Força”, “Super 8”), o longa deve ser um adeus a novos e velhos personagens, que sairão de cena sem deixar pistas se voltarão ou não.

Esse tipo de encerramento não surpreende quem segue a franquia de ficção científica. Em 1977, começou a primeira trilogia de Star Wars, com foco em Luke Skywalker (interpretado por Mark Hamill) e Leia Organa (interpretada por Carrie Fisher), terminando em 1983. Depois disso, levou 16 longos anos até ganhar sua continuação, em 1999, que na verdade funcionou como uma introdução aos três primeiros filmes.

Nelson Rodrigues por Ele Mesmo – Leitura dramática de Fernanda Montenegro

Fernanda Montenegro apresentará “Nelson Rodrigues por Ele Mesmo” no Theatro Municipal de São Paulo numa leitura dramática sobre o escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues – baseada no livro de Sônia Rodrigues, filha de Nelson.

Essa é a última edição de 2019 do projeto “Teatro no Municipal”. Os ingressos custam R$ 5 e as vendas ocorrerão no mesmo dia, a partir das 12h, apenas na bilheteria do Theatro Municipal de São Paulo.

O quê?
Fernanda Montenegro apresenta “Nelson Rodrigues por Ele Mesmo”

Onde?
Theatro Municipal

Quando?
18 de novembro, às 20h.

Quanto?
R$ 5 (venda no dia do espetáculo a partir das 12h, na bilheteria do Theatro Municipal, limitada a 2 ingressos por CPF)

Hebe – A estrela do Brasil

Hebe Camargo foi uma daquelas apresentadoras de programas de televisão marcantes, de grande carisma. Ao longo dos anos, sua carreira foi sendo moldada. Na década de 80, quando aconteceu a transição da ditadura para a democracia, Hebe, que tinha 60 anos na época, tomou uma decisão importante: controlar sua própria carreira. Ela não se abalava por críticas machistas, marido ciumento ou chefes poderosos. Hebe mostrou-se uma mulher extraordinária, com uma capacidade impressionante de superar crises, fossem elas pessoais ou profissionais.

O longa não apresenta uma trajetória linear da carreira de Hebe, ela é mostrada já no auge da carreira, quando superava os programas da Rede Globo em audiência e incomodava a censura. Na cinebiografia Hebe – A estrela do Brasil, não há separação entre vida profissional e vida pessoal, as duas estão entrelaçadas, dessa forma, é possível compreender seus amores e rancores enquanto ela está no palco. Andréa Beltrão interpreta Hebe com naturalidade, sem forçar o uso de bordões e gestos conhecidos; estão no elenco também Marco Ricca, Danton Mello e a direção é de Maurício Farias.

Prólogo, ato, epílogo: memórias – Fernanda Montenegro

Fernanda Montenegro encanta a todos com sua atuação em palcos e telas pelo mundo, mas agora ela apresenta uma nova faceta: a de contadora de histórias. E das boas! Em “Prólogo, ato, epílogo”, a atriz narra suas memórias em uma prosa afetiva, com muita sensibilidade e inteligência. Ao leitor, é contada a saga de seus antepassados, do lado de seu pai: lavradores portugueses, do lado de sua mãe: pastores sardos.

Fernanda conheceu seu marido, Fernando Torres, na turma de jovens que atuavam na rádio, reencontrando-o nos ensaios da peça “Alegres canções na montanha”, só aí começaram a namorar. O casal precisou abrir mão de seus trabalhos, Fernanda saiu da Berlitz e Fernando, da Panair, para se entregarem à arte da atuação, uma paixão para os dois. A parceria entre o casal foi de vida e trabalho, além de construírem uma família, realizam muitas peças ao lado dos principais nomes do teatro no Brasil.

Nas páginas de mais emoção, ela relembra como foi desafiador criar os filhos como artistas, além da busca permanente pela qualidade. Também conta sobre a necessidade de persistir e reagir durante os anos de chumbo, o sucesso internacional na década de 1990 e o adoecimento de Fernando Torres. Isso tudo com uma capacidade constante de se reinventar.

O livro foi escrito com colaboração de Marta Góes. Uma leitura imperdível!

“Não se sabe o que mais admirar nela: se a excelência de atriz ou a consciência, que ela amadureceu, do papel do ator no mundo. Ela não se preocupa somente em elevar ao mais alto nível sua arte de representar, mas insiste igualmente em meditar sobre o sentido, a função, a dignidade, a expressão social da condição de ator em qualquer tempo e lugar.”

Carlos Drummond de Andrade